

Esse post é para mocinhas que acham tentadora idéia ecológica de dormir sob as estrelas, rodeando uma fogueira, mas ao mesmo tempo só de pensar em dormir numa barraca sem banheiro e enfrentar pernilongos a noite toda ficam assustadas. Pois não é que agora inventaram um upgrade para o camping? Para férias verdes, politicamente corretas, mas cheias de glamour, surgiu o glamping - isso mesmo: uma corruptela de glamour camping. A nova tendência ganha força na Europa e nos EUA e tem destaques fortíssimos nos ingleses Cornish Tipi Holidays (www.cornishtipiholidays.co.uk) e Canvas Chic (www.canvaschic.com) e no americano Costanoa (www.costanoa.com). Nesses locais é preciso, em geral, levar comida, toalha e roupa de cama; todo o resto, em tendas estilosíssimas que mais parecem bangalôs, é providenciado, incluindo até mini-refrigeradores. Com tanto conforto, claro que os precinhos também são mais salgados que o de um simples acampamento onde você monta sua barraca: os preços para um final de semana em tendas para até 3 pessoas vão de 115 dólares a 255 libras. Outras empresas desse segmento em várias partes do mundo podem ser conferidas no site www.coolcamping.com , que lista campings bacanas - mas não necessariamente glamurosos - em tudo quanto é canto.
Será que esse eu topava?
Mari Campos - que acha que água quente e banheiro privativo são fundamentais em qualquer lugar

Uma operadora de telefonia colocou no ar uma campanha publicitária que apresenta alguns programas muito legais no Rio de Janeiro que são ignorados pelos até por boa parte dos cariocas.
O slogan é: "Vivo e você, duas coisas que você precisa conhecer melhor".
O primeiro anúncio falava de uma roda de choro numa feira. O segundo, de uma cachoeira
Trata-se da Praça General Glicério, em Laranjeiras, onde aos sábados acontece uma daquelas deliciosas feiras livres, onde encontramos os legumes, as frutas, as verduras e os peixes mais frescos do mercado, muito melhores que os dos supermercados, embora mais caros.
Mas nessa pracinha carioca há um ingrediente a mais que faz das tardes de sábado um programaço, que – nem precisava – ainda é gratuito. O Grupo Choro na Feira foi formado ali, debaixo de uma árvore, tocando espontaneamente durante os sábados, reunindo amigos músicos, que tocavam para se divertir. A coisa foi ficando séria e o grupo se profissionalizou – e tem CDs lançados. Além de agenda lotada. Mas as tardes de sábados continuam sagradas. Tocam hoje em algumas das principais casas de samba da cidade. Se quiser, dê um pulo no site dos caras (www.choronafeira.com) e veja como é da melhor qualidade o som, num repertório que privilegia o melhor da MPB – além do choro que batiza o grupo, é claro, há maxixe, samba, valsa, frevo, baião. Um sobrevôo sobre o melhor da música popular brasileira.
Há pouco tempo, a roda de samba da feira esteve ameaçada de extinção – ou, no mínimo, paralisação. É que um grupo de burocratas dos nossos governos decidiu derrubar a árvore cuja sombra protegia a turma toda. A celeuma terminou e vida que segue. O Choro na Feira continua, para alegria e sorrisos dos freqüentadores, a fina flor do samba carioca.
O segundo programete da campanha publicitária destaca a cachoeira do Horto, bairrozinho colado ao Jardim Botânico, delicioso, calmo, verde e bucólico. Pois existe ali, a poucos minutos de caminhada a pé por uma trilha no meio da mata, uma queda d’água muito charmosa, perfeita para um mergulho pós-praia, para tirar o sol do corpo. Uma coisa. Pouca gente sabe disso.
A campanha da operadora é um bom mote para perguntar: você conhece algo interessante, no Rio ou em qualquer lugar do mundo, que seja um achado sabido por poucos? Compartilhe conosco a sua dica.
Eu deixo uma de cá do Rio. Você sabia que, quando bate aquele vento sudoeste fortíssimo em Ipanema e Leblon, anunciando chuvas e trovoadas, acabando com a praia, basta andar até Copacabana que a tormenta desaparece? Nada de areia voando nos olhos, barracas se soltando da areia nem mar mexido. Ali no Posto 6, protegido pela barreira de prédios do Arpoador, pelo Morro do Cantagalo e pelo contorno da orla do Rio, o vendaval não bate. Fica uma calmaria só. Para melhorar, ainda há pescadores, redes e barquinhos em volta e os jogadores de vôlei mais antigos do Rio batendo uma bolinha. E ainda dá para, na volta, compra um peixinho no mercado de peixes para fazer

Os sábados de novembro serão ainda mais agradáveis no Jardim Botânico. Começa hoje, com uma apresentação do excelente Quarteto Maogani, uma série de shows gratuitos para iniciar as comemorações dos 200 anos da instituição, a serem completados no próximo ano. O site www.jbrj.gov.br já faz a contagem regressiva: hoje faltam 223 dias para o bicentenário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Como se sabe, o Rio vai olhar muito para trás em 2008. A cidade se debruça sobre o passado inspirada em efemérides das mais robustas: os 200 anos da chegada da família imperial ao Brasil, uma revolução de costumes, os 100 anos de morte de Machado de Assis e
No show de hoje o Quarteto Maogani de violões conta com o auxílio luxuoso do violonista Guinga, formando um quinteto de elite na música carioca. Sempre às 17h, os shows acontecem no gramado em frente ao Centro de Visitantes.
O time de artistas escalados para participar do projeto é todo de primeiríssima linha. Semana que vem se apresenta o Trio Madeira Brasil. No sábado seguinte, dia 17, é a vez de Pufe Muderno e Carlos Malta. Por fim, encerrando a temporada, sobe ao palco o Rabo de Lagartixa. Como há a perspectiva de que fiquem lotados os shows, serão distribuídas senhas a partir das 16h.
Uma ótima pedida para os próximos sábados. Porque visitar o JB é sempre um programão. Com boa trilha sonora, então...

Os comissários deveriam se abster de falar qualquer coisa em inglês...
Provavelmente, os comissários de bordo das companhias aéreas precisam ter inglês no currículo. Agora, a julgar por seu desempenho, não lhes é exigido um nível alto para conversação. Aliás, eu duvido que o empregador se dê ao trabalho de pedir que o entrevistado diga “the book is on the table”. Numa ponte aérea no mês passado, na ida e na volta, pela Gol, eu e meus companheiros de infortúnio de classe econômica presenciamos um massacre ao idioma. Claro que não espero um sotaque britânico como o de Sir Olivier ou, sei lá, das Spice Girls, mas o que se ouve é um bololô perpetrado por pessoas que, provavelmente, não sabem direito o que estão falando. Têm uma parca idéia porque, afinal, é o mesmo que acabaram de declarar em português.
Juro que não estou sendo chato. Ok, só um pouquinho. Mas pense bem: você se senta naquelas poltronas cada vez mais apertadas, espera cada vez mais tempo antes de embarcar (quando embarca), come amendoim, sanduíche de pão velho esquentado no motor, barra de cereais... O mínimo seria que o povo falasse um inglês decente. Se é pedir demais, que fosse capaz de cantar uma bossa nova para embalar nosso sofrimento.
Uma coisa é sotaque. Indianos falam aquele inglês peculiar. Mas a estrutura das palavras, das frases, bem ou mal, fica de pé. Eu faço uma aposta com você: se conhece um comissário que fale um inglês razoável, me apresenta. Eu convenço a turma da VT a te dar alguns especiais ou um curso de conversação à distância.

Em algum blog muito, muito distante, falei sobre a questão das travas psicológicas que bloqueiam a expansão do paladar. Ontem participei de uma dita mesa redonda (que quase sempre são retangulares) com meu nobre colega Arnaldo Lorençato, crítico gastronômico da Veja São Paulo, e a chef e escritora Rita Lobo (um parêntese para divulgar o site da minha companheira de letras, recheado de receitas testadas, bons causos e sacadas interessantes para um assunto que pode render longos cochilos na frente do computador ou da TV – usar “Pá Pum” e “Tanto Faz” na busca de receitas por tempo de preparo são bons exemplos da criatividade da moça). O que me fez lembrar novamente do assunto foi uma história que a Rita contou sobre o filho dela. Curioso, como qualquer criança pequena, ele perguntou certo dia o que era a bolinha enrugada em cima da mesa. A mãe explicou que se tratava de uma uva passa (argh!, diria boa parte dos nossos jovens) e ofereceu o ingrediente para uma prova. Ele comeu, gostou e virou fã. Sempre tentei convencer as pessoas de que meus 9 anos de Guia Quatro Rodas provaram que não existe comida ruim. O que existe é comida mal feita. Nesses momentos, suplico para os mais próximos que não desperdicem chances de provar ingredientes e receitas em lugares onde eles são conhecidos pela excelência (um bom acarajé em Salvador, por exemplo). É sempre uma ótima estratégia para eliminar fobias alimentares baseadas em puro preconceito.
A experiência da Rita só acrescenta outra bela sustentação para essa luta em busca de um paladar mais plural. Da mesma forma que as crianças têm facilidade para aprender línguas nessa fase da vida, elas parecem ter menos travas para aceitar coisas diferentes sobre a língua. Os pais devem aproveitar essa dádiva e salvar, prematuramente, seus filhos de um futuro sombrio, regado exclusivamente a filé com fritas e hambúrguer.
Meu caro colega de blog Rafael Lessa que me perdoe, mas vou ter que discordar. Ele diz em post recente que “todo o ano em outubro, restauranteurs e gourmets ficam afoitos a espera do guia Zagat, o mais respeitado de gastronomia nos Estados Unidos”.
Que os restaurateurs ficam afoitos, não tenho dúvida, mas… o guia dá notas baseado em votantes que nem sempre entendem do assunto. Isso sem falar nos próprios donos dos restaurantes, que certamente dão a si mesmos as melhores notas e esculhambam seus concorrentes (impossível impedi-los). Sou contra esses guias super democráticos. Vou dar um exemplo de falha grave no Zagat: o restaurante do Gordon Ramsay, excelente (leia o post abaixo), só conseguiu 25 pontos de um total de 30 pela comida, enquanto o 15 East, um novo japonês pertinho do Union Square - que eu e minha família achamos uma bela porcaria - levou 26, um ponto A MAIS! Como assim?! Absurdo. E devo dizer que já me meti em muita roubada por ter confiado no ranking deles, até que um dia resolvi parar de usar o guia, apesar de sua praticidade. Prefiro mil vezes confiar no que dizem os críticos Frank Bruni, do New York Times, e Adam Platt, da revista New York.
Acho bem mais confiáveis aqueles guias em que as notas são dadas por experts que visitam centenas de restaurantes incógnitos e a trabalho, anotando tudo, prestando atenção. Exemplo? Nosso querido Guia Brasil. Exemplo melhor ainda: o famoso guia Michelin. Aliás, esse, sim, é o guia mais respeitado (e temido) de gastronomia nos Estados Unidos – ou pelo menos em Nova York. E ponto final!

Depois de um longo e tenebroso inverno, passado no outono entre vinícolas, castelos, tapas e museus de Portugal e Espanha, esse blog está de volta.
Muita coisa mudou na cidade de lá para cá. O Flamengo deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro (sorry para os que querem ver o Mengão na Segundona. Não vai ser desta vez...). O outono, período tradicionalmente de tempo ruim por aqui, está uma beleza, sem chuvas. O Rio foi invadido por vacas loucas, coloridas e irreverentes. A Cow Parede carioca, em cartaz até o fim de novembro, espalhou pelas ruas uma centena de estátuas de vaquinhas bem simpáticas, as Cowriocas: do calçadão de Ipanema ao Shopping Leblon, do Largo da Carioca à Barra da Tijuca. Muitas têm valor artístico absolutamente desprezível. Mas há muita coisa legal. Um prato cheio para as lentes dos turistas. Uma das mais fotografadas é a que está sentada lendo um livro ao lado de Carlos Drummond Andrade no calçadão de Copacabana, ali perto do Posto 6. Divertida também é a Frida Cowhlo, versão bovina da pintora mexicana, com direito a vestido florido, bigode e colares. Dia 11 de novembro o rebanho será leiloado com renda revertida a instituições de caridade. Nos próximo posts mostro umas fotos.
Outra novidade vem dos bastidores da política: sabe quem é o candidato líder nas pesquisas para a prefeitura? Vagner Montes, ele mesmo. Pois é.
Também já estão rolando as comemorações do bicentenário da chegada de Dom João VI ao Brasil, em 2008. Uma exposição excelente sobre a pré-história de Portugal fica no CCBB até janeiro. Nos próximos meses o calendário se intensifica. Tem lançamento de livro, reedição de estudos e coisas mais, digamos, diretamente interessantes e cariocas e turistas, como um festival gastronômico com pratos do período joanino, a começar em dezembro; a exposição de livros e manuscritos, em fevereiro; a reabertura da Antiga Sé, totalmente restaurada, em março; a exposição de Nicolas-Antoine Taunay, em maio (que em agosto vai para a Pinacoteca do Estado de São Paulo).
Cada mês irá representar um ano do período em que a corte viveu aqui, de 1808 a 1821 (às vezes, dois anos serão condensados em um único mês).
Veja o que vem por aí.
Novembro de 2007
- Reedição do trabalho modelar do engenheiro e arquiteto
Adolfo Morales de los Rios Filho “Grandjean de Montigny
e a evolução da arte brasileira”. A obra foi impressa pela
primeira vez em 1941.
Dezembro de 2007
- Lançamento do livro de Domingos Rodrigues “Arte de
cozinha”, reeditado com apresentação da historiadora Paula Pinto e Silva. A edição acompanhará um livreto contendo uma seleção de receitas da obra de Domingos Rodrigues, testadas e aprovadas por um renomado chef carioca.
A edição do livro será acompanhada de um evento gastronômico nos principais restaurantes da cidade do Rio de Janeiro, que incluirão em seus cardápios pratos típicos da culinária joanina.
Janeiro de 2008 (corresponde ao ano de 1808)
- Lançamento de livro contendo dois folhetos oitocentistas sobre a situação sanitária da cidade do Rio de Janeiro no período joanino. Estes folhetos foram impressos originalmente na Impressão Régia e, nesta re-edição, serão acompanhados de um texto de apresentação de Moacir Scliar, além de estudo original de Alberto da Costa e Silva
sobre o papel da Impressão Régia criada por iniciativa de D. João.
Fevereiro de 2008 (corresponde ao ano de 1809)
- Apresentação à cidade da Restauração do Monumento
Comemorativo de 100 anos da Abertura dos Portos.
- Inauguração de exposição de livros e manuscritos raros dos
tempos de D. João e lançamento do respectivo catálogo.
- Lançamento da reedição da obra clássica de Voltaire, “La
Henriade”, acompanhada de apresentação de Sergio Paulo Rouanet. A edição original foi publicada pela Impressão Régia em 1812.
- Lançamento de Revista em Quadrinhos sobre a
vinda de D. João ao Rio de Janeiro.
Março de 2008 (corresponde ao ano de 1810)
- Reabertura da Antiga Sé restaurada - Espetáculo de
som e luz (8 de março).
- Lançamento da reedição da obra filosófica de Silvestre Pinheiro Ferreira, acompanhada de apresentação de Alberto Venâncio. A edição original foi publicada pela Impressão Régia em 1813.
Abril de 2008 (corresponde ao ano de 1811)
- Lançamento do “Dicionário do Brasil Joanino”, organizado pelo Prof. Dr. Ronaldo Vainfas. Esta edição, a exemplo do Dicionário do Brasil Imperial, verdadeiro sucesso editorial, apresentará ao público cerca de 120 verbetes escritos por especialistas que, baseados em rigorosa pesquisa histórica, pretendem contemplar os principais fatos, personagens, conceitos e instituições do período joanino.
- Espetáculo musical baseado na obra de Marcos Portugal
(Requiem Missa Festiva). O espetáculo será realizado
também nas Lonas Culturais e Vilas Olímpicas da
Cidade do Rio de Janeiro.
Maio de 2008 (corresponde ao ano de 1812)
- Abertura da exposição “Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: uma leitura nos trópicos”, sob a curadoria de Lilia Moritz Schwarcz, no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro e lançamento do respectivo catálogo. Nesta exposição um grande número de quadros de autoria do pintor francês será apresentado pela primeira vez no Brasil, país em que Taunay permaneceu entre 1816 e 1821 como integrante da Missão Artística Francesa. A mostra será composta por aproximadamente 60 telas do pintor, em sua maioria realizadas no Brasil. Há também telas representativas de sua passagem pela Itália e outras, feitas em seu retorno à França, quando são evidentes as marcas deixadas por sua passagem pelos trópicos.
- Espetáculo musical baseado na obra do Padre José Maurício. O espetáculo será realizado também nas Lonas Culturais e Vilas Olímpicas da Cidade do Rio de Janeiro.
Julho de 2008 (corresponde ao ano de 1815)
- Lançamento em circuito nacional, de filme de longa metragem sobre D. João e a cidade do Rio de Janeiro.
- Abertura de exposição sobre Grandjean de Montigny no
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro e lançamento
do respectivo catálogo. Esta mostra pretende apresentar os originais do arquiteto francês, com ênfase aos projetos não executados, que se pretende reproduzir em maquetes.
- Lançamento do CD gravado durante o espetáculo musical
baseado na obra de Marcos Portugal (Requiem Missa Festiva).
Agosto de 2008 (corresponde ao ano de 1816)
- Abertura da exposição “Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: uma leitura nos trópicos”, sob a curadoria de Lilia Moritz Schwarcz, na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
- Lançamento do livro “Memória da Restauração da Antiga Sé”, pela Fundação Roberto Marinho.
- Lançamento de cd gravado durante o espetáculo musical baseado na obra do Padre José Maurício.
- Espetáculo musical baseado na obra de Sigmund Neukomm
(Missa Aclamação). O espetáculo será realizado também nas
Lonas Culturais e Vilas Olímpicas da Cidade do Rio de Janeiro.
Setembro de 2008 (corresponde ao ano de 1817)
- Lançamento do Repertório de fontes sobre o período joanino.
- Lançamento da edição revista e ampliada da Bibliografia da
Impressão Régia, em parceria com a Fundação Biblioteca
Nacional.
- Lançamento de cd gravado durante o espetáculo musical de
modinhas e lundus.
Outubro de 2008 (corresponde ao ano de 1818)
- Publicação da redação e do desenho sobre D. João no Rio
de Janeiro, feitos por alunos da rede municipal de ensino
e premiados pela Comissão DJVI.
- Grande espetáculo teatral, encenado na Praça XV de
Novembro, produzido por Moacir Chaves, representando
os principais episódios do período joanino.
Novembro de 2008 (corresponde ao ano de 1819)
- Lançamento do conjunto de vinte gravuras sobre D. João
no Rio de Janeiro, impressas pela Lithos, acompanhadas
de textos de época, encadernadas em edição de luxo de
grande formato e tiragem limitada.
- Lançamento de CD gravado durante o espetáculo musical
baseado na obra de Sigmund Neukomm (Missa Aclamação).
Dezembro de 2008 (corresponde aos anos de 1820 e 1821)
- Publicação da monografia vencedora do Prêmio D. João VI.


Guia Brasil 2007
Guia de Viagem Itália
Guia de Viagem Portugal